Thursday, November 13, 2008

Cristianismo é uma jornada e não um destino.


"O vento do deserto, há muito tempo, já apagou nossos passos na areia.Mas a cada segundo devemos nos lembrar do que aconteceu, do que o Senhor fez pela humanidade, assim sua glória continuará em nossas realidades".
O cristianismo vem padecendo com as ondas sectárias de uma sociedade religiosa, enquanto os seguidores de Jesus vêem aprendendo mais do Reino de Deus num mundo problemático, e dominado pelas interpretações das causas.
De um lado vemos um grupo influenciado por uma fé platónica cheia de razões sem sentido produzidas por uma justiça humana. Esse grupo ainda procura fundamentalizar suas crenças naquilo que é palpável nas Escrituras, procurando coagir aqueles que as questionam.
Uma mitologia cristã poética vem dominando uma etnia confortável escorada nas premunições de um futuro incerto, e cheio de suposições, levando aqueles que assim vivem a deixarem de contemplar a essência da plenitude conspiradora, deixada pelo messias.
Dando que se recebe, obedecendo que se realiza, posso tudo naquele que me fortalece, são alguns dos jargões que suportam tais ideologias humanas ,levando seus seguidores a uma expedição egocêntrica e não eterna.
Em contraste vemos um outro grupo sem muito a oferecer (a não ser o amor ),que procura desvendar as melhores formas de transformar a vida. Cristãos, budistas, judeus e outros, procuram na sinceridade de expressão um outro tipo de relacionamento com o Altíssimo, uma inclinação em se alterar o cotidiano em prol do Reino de Deus, e da crucificação da corrupção da carne, buscando seguir e contribuir com os ensinamentos catequizados por Cristo. Maus entendidos, más interpretações da vida, e o humanismo, fazem parte do alfabeto desses cristãos filósofos.
Qual linha possuí a resposta para o cristianismo do século 21?
Escolher alguma linha não é fácil(para muitos), ou muito menos estabelecer uma verdade. Precisamos é de reflexão.
Quando nos encontramos na escuridão das incertezas e não conseguimos decifrar as verdades do cristianismo para um tempo, precisamos nos voltar para a simplicidade da compaixão para encontrarmos uma resposta.
Em suma, quando ascendemos as lâmpadas do amor uns para com os outros, iluminamos não somente os nossos caminhos, mas também as respostas para muitas perguntas.

2 comments:

Lou Mello said...

Aquela chamada do Brabo, via Manning para o ato de assombrar-se, que prefiro ver como um despertar, quando me toco e digo: Putz! Estava aí o tempo todo e não havia percebido! Quem é esse que até os ventos e as tempestades se lhe obedecem? Se bem que, o Zig Zils me falou sobre isso há muitos anos.

Ricardo Amaral said...

Fazer o que alem disso?